
Os telemóveis tem uma alta radiação que pode destruir as células do corpo, podem prejudicar o nosso próprio código genético, o sistema nervoso pode ser alterado e pode haver separação de células.
Uma Associação de Tecnologias Electromagnetismos publicou alguns estudos entre os quais mencionam testes já efectuados com macacos fêmea no período de gestação das crias e expostos a diferentes níveis de radiofrequências de 2.45 GHz durante 3 horas por dia e 5 dias por semana. Os níveis de radiação eram de 0.0mw/g (grupo de controlo), 0.034mw/g, 0.34mw/g e 3.4mw/g. Três das 33 macacas morreram alguns dias depois do nascimento das crias e pertenciam ao grupo radiado com 0.34mw/g e 3.4 mw/g. Nos meses seguintes ao nascimento, morreram 9 crias das quais 2 apenas tinham recebido radiação antes de nascerem a um nível 0.034mw/g, uma terceira recebeu apenas nos primeiros 4 dias e os restantes 6 receberam apenas depois do nascimento sendo que 2 crias tinham sido radiadas com 0.34 mw/g e as restantes 4 crias com 3.4 mw/g. Nenhuma das macacas e respectivas crias do grupo de controlo (expostos a 0.0 mw/g) faleceu. Este estudo foi publicado em 1982.
Um estudo nos Estados Unidos que associa os efeitos da exposição à radiação electromagnética a doenças do cérebro, conclui que as crianças autistas passaram de 1 em cada 10000 crianças em 1970 para 1 em cada 150 nos dias de hoje, identificando o desenvolvimento das telecomunicações como uma das causas que contribuiu para este fenómeno.
Em Espanha foi diagnosticado cancro a 4 crianças na escola primária de Garcia Quinta em Valladolid. Esta situação ocorreu 18 meses depois de terem sido instalados 36 transmissores (antenas) a 50 metros da escola. Perante este cenário o tribunal mandou remover as antenas.
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